segunda-feira, 24 de março de 2008

Fantasmas do sono

Mil fantasmas livram-se de mim enquanto durmo.
Mas há fantasmas que insistem em me possuir e rondam-me
o sono com uma sede de suicídas
E homicídas
Fantasmas que ganham a liberdade e não usufruem:
esses são os meus prisioneiros fantasmas
Que libertos pelo sono, me acordam para voltar a morada.
Cambaleante de sono e em trajes de durmir, eu me rendo...
Deixo que Morpheu trancafie os fantasmas
no torturante calabouço que existe em meus sonhos;
lugar a tal ponto angustiante à provocar delírios....
Lugar este em que eu também resido.